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O QUE MAIS ADIAMOS NO DIA A DIA

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Pesquisa aponta quais são as tarefas e os motivos

Você se pegou em algum momento dessa semana adiando um compromisso, e a desculpa foi a mesma, falta de tempo. Mas, já parou para pensar se faz isso com frequência? A procrastinação – ato de deixar para mais tarde o que se pode fazer agora – afeta as responsabilidades corriqueiras pessoais e profissionais.

Segundo uma pesquisa online realizada pela Triad Productivity Solutions, empresa especializada em produtividade e colaboração, sobre o que as pessoas mais adiam no seu dia a dia, 97,4% dos entrevistados afirmaram que adiam atividades ao longo de sua rotina.

Adiamos mais as tarefas pessoais

De acordo com o especialista em produtividade Christian Barbosa, de maneira geral, as tarefas pessoais são as que mais adiamos. De acordo com a pesquisa, 26% das pessoas afirmam que costumam adiar coisas pessoais, apenas 13% falam de coisas profissionais, e 61% afirmam que postergam ambos os tipos.

“Talvez porque na vida pessoal, em alguns casos, ninguém fique cobrando que você leia determinado livro. No trabalho, você tem chefe, colegas e clientes que esperam o resultado de sua produção”, diz o especialista.

As quatro coisas que as pessoas mais adiam são exercício físico, leitura, saúde e planejamento financeiro. Por outro lado, casamento, comprar apartamento, mudar de emprego e férias, são as quatro coisas que as pessoas menos adiam. “Não há nada de errado em procrastinar de vez em quando, o problema é quando começa a ficar crônico e passamos a adiar coisas que não poderiam ser deixadas para depois. Há quem adie sonhos e ideias”, destaca Barbosa.

Motivos para a procrastinação

São muitos os motivos que levam as pessoas a adiar responsabilidades. Entre os itens apontados pelos entrevistados, a distração com a internet (e-mails, redes sociais, blogs) é o maior deles, com 62,3% das indicações. Em segundo lugar está a falta de energia para fazer as atividades, com 60,4%.

Ao mesmo tempo existem as pessoas que sabem o que precisam fazer, mas não conseguem dar o próximo passo, esperando o momento ideal, e nunca nada acontece. Entre os principais fatores que estão por trás de tudo o que leva as pessoas a procrastinarem estão falta de tempo, cérebro não treinado, medos, falta de relevância, autossabotagem e preguiça.

A pesquisa foi respondida, pela internet, por 4.102 pessoas de 22 estados brasileiros. A idade média dos entrevistados é de 32 anos, sendo 56% homens e 44% mulheres. Desse total, 88% estão atualmente empregados. Com relação ao estado civil, 60% são solteiros e 40% casados; 23% têm filhos.

Os 10 erros mais comuns em planos de negócios

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Os erros mais comuns que os empreendedores cometem na hora de fazer o plano de negócios:
  1. Falta de um objetivo claro e específico: Não há um objetivo estabelecido para o negócio. Não existem metas de vendas, não há uma visão clara do futuro do negócio, existem poucas evidências de uma estratégia por trás do negócio. Bons planos de negócio definem explicitamente quanto de vendas pretende atingir depois de certo período de tempo ou quanto do mercado pretende alcançar. As declarações de visão não devem se limitar a clichês sem sentido nem significado para o negócio e  as metas são mensuráveis, específicas, atingíveis e relevantes.
  2. Concorrência subestimada: Uma das expressões mais comuns nos planos de negócios que eu recebo é ‘Nosso produto/serviço é tão inovador que não temos concorrentes’. Muito cuidado com esta afirmação, pois você pode até não ter concorrentes diretos, mas sempre haverá produtos ou serviços substitutos ao seu. A pergunta que você deve fazer é ‘Se meu produto/serviço não existisse, de que forma o cliente teria sua necessidade atendida?’. Aí está o seu concorrente que você deve tratar no seu plano de negócio.
  3. Projeções financeiras irreais: Planilhas financeiras apresentam frequentemente números inflados para parecer melhor do que realmente seriam. Na ânsia de apresentar um negócio inquestionavelmente viável, o empreendedor acaba caindo na tentação de ser otimista demais nas projeções de vendas ou faturamento ou de subestimar despesas e custos. Ao estimar os cenários, até no cenário pessimista o negócio dá lucro. Por melhor que seja o negócio, se o leitor levantar dúvidas sobre os números, todo o negócio perde credibilidade.
  4. Planilhas financeiras incompletas: Este tem sido o verdadeiro calcanhar de Aquiles dos planos de negócios: o plano financeiro. Provavelmente porque quem não tem formação em Administração ou similar não compreende os fundamentos por trás desta parte do plano de negócio e acaba trazendo planos incompletos, sem descrição de fonte de capital, sem projeção de cenários, sem cálculo do ponto de equilíbrio, sem demonstração de fluxo de caixa, sem a necessidade de capital de giro ou sem cálculo de VPL, TIR ou payback.
  5. Dificuldade de demonstrar vantagem competitiva: Muitas vezes, o empreendedor tem um bom negócio nas mãos, mas não consegue descrever sua idéia no papel ou, pior, acha que tem um grande negócio, porém não demonstra nada de diferente do que existe no mercado. Este tipo de erro é típico de quem não estudou adequadamente o mercado nem o concorrente, deixando a emoção cegar-lhe a visão real do diferencial efetivo de seu produto/serviço. Ainda pode acontecer do diferencial que existe não ter seu valor percebido pelo mercado alvo.
  6. Erros de gramática e concordância: Se o leitor não entender o que está escrito, a melhor idéia de negócio pode acabar no lixo. Saber se expressar na forma escrita vai além dos erros de gramática, digitação, pontuação, acentuação, concordância ou sintaxe. O texto precisa estar ordenado de uma forma que faça sentido para quem está lendo, organizado de forma a construir a ideia do negócio na cabeça do leitor, caso contrário, é melhor pedir para um professor de português rever e corrigir o texto. Erros desta natureza dizem muito a respeito do empreendedor.
  7. Informações irrelevantes: É comum eu receber planos com páginas e páginas de descrição minuciosa do setor totalmente baseado em dados secundários de domínio público, ou informações como registro de domínio, de CNPJ, cadastro na junta comercial, cópias do contrato social e vistoria do corpo de bombeiros. Tudo isso é absolutamente desnecessário, pois todo negócio precisa. O Plano de negócios precisa conter dados relevantes do negócio em si, informações que ajudarão a compreender a viabilidade da ideia, caso contrário, o leitor se desinteressa e desiste de ler.
  8. Falta de conhecimento do negócio ou de gestão: Quando o plano é muito superficial, que abusa de expressões vagas e clichês, do tipo ‘produtos de alta qualidade’, ‘equipe muito bem treinada’ ou ‘só os principais fornecedores do mercado’, dificilmente consigo ler o plano inteiro, pois é evidente que o empreendedor não conhece o negócio ou técnicas de gestão. Bons planos de negócios são específicos, sem entrar em jargões técnicos ou prolixos. Se o empreendedor não tem um bom currículo para apresentar, precisa compensar com um bom e experiente conselho consultivo.
  9. Falta de evidências de demanda real: É muito difícil encontrar um plano que demonstre que os números estimados de vendas e faturamento não são chutados. São poucos os que conseguem escrever um plano de marketing que dê credibilidade e sustentabilidade às projeções. O preço deve estar dentro da prática do mercado e acima do custo unitário, as vendas precisam ser coerentes com as pesquisas de mercado, capacidade de produção e logística de distribuição, além de compatíveis com os canais de venda e a estratégia de comunicação e publicidade.
  10. Ausência de riscos: Este talvez seja o erro mais comum de todos. Nenhum empreendedor quer se expor e falar o que pode dar de errado em sua ideia de negócio, mas é um item necessário. Não dou credibilidade para nenhum empreendedor que diga que seu plano é perfeito e que tudo vai correr dentro do planejado. Se você não enxerga riscos no negócio então é um mau empreendedor. Você deve sim tentar imaginar os pontos fracos de sua ideia para que possa incluir no plano de negócios uma estratégia de ações alternativas, um plano ‘B’.
 Para evitar estes erros, procure sempre um especialista, um novo negócio é o sonho de muitos empreendedores.
Não arrisque seu sonho por achar que pode escrever seu plano sozinho e sem formação, pois pode acabar queimando cartuchos importantes para viabilizar sua ideia.

7 ERROS BÁSICOS DE ATENDIMENTO E COMO EVITÁ-LOS NA SUA EMPRESA

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Faça uma experiência: escolha alguma coisa que você tem que comprar e comece a fazer cotação de preços pelo telefone. Pode ser qualquer coisa. Um carro, uma casa, um colchão, um livro, um seguro, dedetização... qualquer coisa. Abra os sites de pesquisa, escolha dez fornecedores, e comece a ligar. 

Você vai notar o seguinte: 

1. Demora: A imensa maioria não atende antes do terceiro toque. Alguns demoram tanto para atender que você fica pensando se realmente o número está certo. 

2. Amadorismo: Quanto atendem, a maioria simplesmente diz: "Alô?". Ou pior, gritando: "Alô!!!". (O certo é dizer: Nome da empresa, seu nome, bom dia/boa tarde/noite). 

3. Péssima atitude: A atitude das pessoas que atendem é um desastre. Estão sempre com pressa, não demonstram nenhum prazer em estar falando com você, querem transferir logo a ligação e se livrar do pepino. Tem gente que nem pergunta seu nome - já transfere enquanto você ainda está falando. Ou mais um grito: "FULANO! É pra você!!!".

4. Transferências desnecessárias: Ao explicar o que você deseja (comprar - ou seja, gastar seu dinheiro com eles), começa a verdadeira tragédia. "Peraí, querido, que eu vou pegar um lápis", "não sou eu quem cuida disso, vou transferir" (de novo? Para onde, para quem?). "Agora o seu Felipe não tá, é só com ele". "Já encerrou o horário (são 17h59)". E assim vai. Os piores atendimentos chegam a ser cômicos: Pedrão falando! (???). 

5. Falta de interesse: Mesmo que você consiga falar com a pessoa responsável, poucas vão demonstrar real interesse em fazer negócios. Parece que todo mundo pensa a mesma coisa: "mais uma cotação de preços. Não vai fechar mesmo, então nem vou perder muito tempo". 

6. Erros em orçamentos: Aí vem mais uma seção tragédia: os orçamentos. Tem gente que ainda não tem fax. Tem gente que faz à mão e deixa na portaria do seu prédio. Mas esses ainda entregam. Fiz a experiência, há mais ou menos um mês, e das 10 cotações que solicitei, apenas duas empresas me entregaram os orçamentos solicitados. Duas! Não é um absurdo? Depois não sabem por que não vendem. 

7. Falta de follow-up: Dos dois que me entregaram o orçamento, somente um ligou para ver se estava tudo OK. Adivinha com quem fechei? E eu nem sabia se era o mais caro ou o mais barato - afinal, só tinha mais um orçamento para comparar. Mas gostei do atendimento, e senti segurança. Comprei. 

Moral da história: nove empresas gastaram dinheiro anunciando, montando toda uma estrutura, para depois perder o negócio por causa de falhas gritantes de atendimento básico. Não se pode admitir estarmos no século XXI e ainda existirem tantas empresas que não respondem o telefone, ou atendem incorretamente, ou não retornam quando você deixa o recado, não passam orçamentos, não fazem follow-up. 

Provavelmente, no começo, essas empresas faziam tudo certo. Logo depois de inaugurar, o dono atendia rapidamente o telefone, estava sempre solícito e bem-humorado, sempre disposto a ajudar. Aí o tempo vai passando, a empresa vai crescendo, as pessoas vão se acomodando, não se dá muita bola a quem atende o telefone... e, daqui a pouco, os negócios já não são mais como antigamente. O que aconteceu?


Sabemos muito bem o que aconteceu: acabou o tesão. O dono, ou diretor, ou gerente, cansam de fazer o básico, e começam a achar que aquilo é trabalho braçal, que deve ser feito por outra pessoa (geralmente mal remunerada, mal treinada e muitas vezes desmotivada). Eles têm é que fazer planos, relatórios, coisas mais importantes. Atender bem o cliente passa a ser um mero detalhe, às vezes, até um incômodo. 



Faça outra experiência, um pouco mais moderna. Mande e-mails para 10 empresas através de seus sites na Internet. Veja quantas respondem em 24 horas. A maioria nem responde. Mais uma vez, a dúvida: por que isso acontece? 



Porque fazer um site é simples, chique, moderno. Todo mundo quer fazer. Responder e-mail é chato e trabalhoso. Cliente só incomoda, fica pedindo coisas, fazendo perguntas. E nós temos mais o que fazer, certo? Táááá!!! Errado! 



Canso de responder sempre a mesma pergunta nas minhas palestras: "Raúl, como faço para vender mais?". 



Simples: primeiro, pare de perder vendas. Segundo, pare de perder clientes. Todo mundo me olha com aquela cara de quem comeu e não gostou. Querem uma resposta estilo "bala de prata", a pílula mágica que vai resolver seus problemas. Fazer o básico não resolve, cuidar das coisas simples também não. Tem de ser uma pílula mágica. 



Isso não existe. O sucesso é sempre a soma de pequenas coisas certas, feitas continuamente. A maioria das empresas têm problemas de preço porque simplesmente atendem muito mal. 



Agora muitas empresas dão celulares a seus vendedores. Veja o que acontece: você telefona para a empresa para falar com o vendedor. Ele não está. (Você perdeu tempo e dinheiro porque está pagando a ligação). Aí tem de gastar mais tempo e dinheiro para ligar para o celular. Isso tudo para falar com um vendedor! 



E quem disse que o cliente prefere falar pelo telefone? Tem gente que prefere falar pessoalmente. Tem gente que prefere tudo por escrito. Tem gente que gosta do e-mail. Mas o que acontece na realidade? O cliente tem de ficar perseguindo o vendedor, adaptando-se ao jeito do vendedor. E acaba tendo de ligar no celular dele. 


Depois aparece um outro fornecedor, tratando o cliente melhor (o tratamento é sempre melhor no começo), dá um descontinho merreca, e o cliente troca sem grandes problemas. E o vendedor fica reclamando da crise e do concorrente sem ética. 



Resumindo: não dá para reclamar da crise, da concorrência, dos clientes, etc., se nem o básico uma empresa faz. 



Se você não tem mais aquela vontade e motivação de atender o telefone (ou responder e-mails) como se cada um daqueles contatos valesse uma fortuna, então coloque alguém ali que goste de fazer isso (ou melhor, que adore!), e remunere essas pessoas da melhor forma possível. São elas as portas de entrada da sua empresa, as que causam a primeira impressão.

Os 7 erros mais comuns dos homens de negócio malsucedidos

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Se você estiver cometendo um ou mais deles, fique atento – o fracasso está bem próximo


O mundo corporativo é repleto de homens de negócio que sabem fazer a diferença. Seja porque tomam decisões rápidas, porque administram bem a companhia em um momento de crise, ou, até mesmo, porque conseguem formar uma equipe alinhada com os interessas da empresa.

Mas as empresas não contam apenas com bons executivos. O professor Sydney Finkelstein, especialista em gestão, decidiu investigar a fundo os fracassos empresariais e os principais erros cometidos por administradores malsucedidos. 
Durante seis anos, Finkelstein estudou 50 empresas e realizou mais de 200 entrevistas com executivos que fracassaram. Ao final, o professor reuniu 7 erros comuns e fatais cometidos por eles:
Dominam o ambiente: um dos erros mais comuns  dos executivos fracassados tem a ver com a ideia de eles se enxergarem como a própria companhia, ou seja, têm a necessidade de dominar o ambiente a ponto de não permitir a evolução natural da empresa.

Não separam interesses pessoais e profissionais:
 eles se identificam tanto com a empresa, que não existem barreiras entre seus interesses pessoais e os interesses da companhias. Na cabeça deles, trata-se de uma única coisa.

Têm todas as respostas: eles se julgam tão capacitados que têm todas as soluções para todos os problemas da companhia. Normalmente, costumam ser rápidos na hora de propor soluções

Ninguém é mais capaz que eles:
 alguns executivos se consideram tão completos, que acreditam que não precisam de mais ninguém, mesmo porque, ninguém poderia ter uma ideia ou solução melhor que a deles.

Não voltam atrás: quando tomam uma decisão, mesmo que seja a errada, normalmente não dão o braço a torcer.

Têm dificuldade para superar obstáculos: ficam intimidados com obstáculos e não conseguem encarar um problema como algo temporário e que pode ser ultrapassado.

Gastam tempo demais com a imagem da empresa:
 alguns gestores acreditam que só precisam cuidar da imagem da companhia e esquecem que também são pagos para resolver outros tipos de problemas.

Em resumo, os que realmente fracassam não têm a humildade de admitir as próprias falhas, simplesmente porque se acham perfeitos. É claro que, se você percebeu que está cometendo um ou mais dos erros listados acima, ainda há uma esperança – e mude o quanto antes.

7 COISAS QUE OS BANCOS NÃO CONTAM

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Abrir conta no banco é algo cada vez mais corriqueiro na vida do consumidor brasileiro. Conhecer o que pode ou não ser cobrado, porém, é fundamental neste início de relacionamento para que o consumidor não acabe gastando mais do que o necessário com a conta.
"Muita gente acaba pagando por serviços que não usa, principalmente as pessoas mais humildes, que não têm acesso a informação", diz o advogado especializado em direito bancário Alexandre Berthe. "É preciso monitorar sempre o extrato da conta", sugere.
Os bancos são obrigados, por determinação do Banco Central, a oferecer uma série de serviços gratuitos aos clientes. Este e outros direitos, no entanto, muitas vezes não são conhecidos pelos consumidores, o que pode resultar em gastos desnecessários. Especialistas ouvidos pelo UOL listam a seguir direitos que muitas vezes não são informados pelos funcionários dos bancos Arte/UOL
VOCÊ TEM DIREITO A UMA SÉRIE DE SERVIÇOS GRATUITOS - Quem usa pouco os serviços do banco não precisa contratar um pacote de tarifas. Os bancos são obrigados a oferecer uma quantidade mínima de serviços gratuitamente, como o fornecimento do cartão de débito, a realização de até quatro saques e duas transferências por mês e o fornecimento de até dois extratos e dez folhas de cheque mensais, por exemplo 
O BANCO NÃO PODE OBRIGAR VOCÊ A CONTRATAR UM PACOTE - É comum que, na hora de abrir a conta, o banco "empurre" um determinado pacote de serviços, que, na teoria, se encaixaria no perfil daquele cliente, ou na faixa salarial dele. Ninguém é obrigado, no entanto, a contratar esse pacote. É obrigação do banco, aliás, deixar em local visível as informações sobre os pacotes existentes e seus preços. Assim, o consumidor tem condições de escolher o que mais tem a ver com ele 
NÃO HÁ GARANTIA DE QUE A ANUIDADE DO CARTÃO NÃO SERÁ COBRADA - Nos últimos anos, virou prática comum o banco ou a administradora vender cartão de crédito prometendo anuidade gratuita. A gratuidade, no entanto, pode valer só para o primeiro ano --depois, caberá a você ligar para a instituição e pedir o cancelamento do cartão ou desconto no valor. Na dúvida, para se proteger de cobranças inesperadas, peça sempre tudo por escrito 
TARIFA DE ABERTURA DE CRÉDITO É PROIBIDA - Até alguns anos atrás, as regras sobre a cobrança de tarifas bancárias não eram muito claras. Em 2008, no entanto, o Banco Central criou normas para o setor e proibiu a TAC (Tarifa de Abertura de Crédito), que era cobrada sempre que o consumidor pedia um empréstimo. O banco pode, no entanto, cobrar pela confecção de cadastro do cliente quando ele a abre a conta, e por sua renovação uma vez por ano 
ENVIAR CARTÃO SEM SEU CONSENTIMENTO É PROIBIDO - O envio de cartão de crédito sem que o consumidor tenha solicitado é uma prática antiga e proibida pelo Código de Defesa do Consumidor, mas que continua sendo feita por algumas instituições. Alguns bancos argumentam que o cartão só será cobrado se for usado. "Mesmo assim, o envio pode se tornar um problema para o consumidor caso ele seja extraviado e usado indevidamente, por exemplo", diz a técnica do Procon-SP Edila Moquedace 
VOCÊ PODE TRANSFERIR SUA DÍVIDA PARA OUTRO BANCO - Quem tem dívida com um banco, mas considera as taxas de juros cobradas muito altas, pode lançar mão da portabilidade de crédito, ou seja, transferir a dívida para outra instituição. Para fazer a portabilidade, é preciso procurar a instituição financeira para onde se quer transferir a dívida. Se esse banco aceitar o consumidor como cliente, terá de quitar o empréstimo com a instituição onde a dívida foi feita originalmente e depois negociar as novas condições de pagamento
 VOCÊ TEM DIREITO A UMA CONTA-SALÁRIO - Se você já tem conta em um banco, mas a empresa para a qual trabalha faz o pagamento por meio de outra instituição, você pode optar por receber na chamada "conta-salário". Trata-se de um tipo especial de conta que não permite nenhum tipo de depósito além do salário. Quem tem essa conta não paga nada para transferir o valor para outra, mesmo sendo de outro banco (a não ser que a transferência seja feita em parcelas), nem para fazer até cinco saques mensais

8 dicas do bilionário Richard Branson sobre estratégias de sucesso

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Ser inexperiente é uma vantagem
Como a sua abordagem se diferencia das outras empresas? Como você irá atingir o seu mercado alvo? Por que as pessoas deveriam escolher seus produtos e serviços ao invés dos concorrentes?
Mostrar aos parceiros uma nova visão sobre um setor estabelecido sem dúvidas irá chamar a sua atenção.
Como estimular o bom atendimento
Um bom atendimento começo no topo. Se os gestores não o levarem a sério, mesmo os processos mais fortes irão sofrer no meio do caminho.
Nenhuma empresa consegue treinar seus atendentes sobre como lidar com absolutamente todas as situações, mas você pode criar um ambiente em que as pessoas se sintam confortáveis em fazer a coisa certa com o cliente.
A importância de uma marca forteNa hora de criar seus primeiros anúncios, criar o logotipo e falar com os clientes pela primeira vez você pode se sentir tentado a criar uma marca muito corporativa e distante.
Como consequência, essas marcas ficam ser personalidades e sem a confiança do público.
Toda vez que você decidir o que sua marca vai significar, cumpra essa promessa. E cuidado, marcas sempre significam algo. Se você não definir o que sua marca significa, seus concorrentes farão isso pra você.
Uma nova abordagem sobre liderança
Ao invés de focar em corrigir erros, um líder precisa todo dia “pegar no flagra” alguém fazendo algo certo.

Se a cultura de estimular o desenvolvimento dos funcionários através de elogios e reconhecimento começar pelo topo, ela irá reduzir bem o medo de falha, que pode atrapalhar muito uma empresa, principalmente no início.
Quando erros acontecerem, o que é inevitável, você precisa aprender com eles, ao invés de achar um culpado.
Dificilmente a melhor opção é ficar passando com os envolvidos o que aconteceu, eles sabem o que aconteceu. Foque no que pode ser aprendido.
Como planejar o crescimento
Quando uma empresa vai bem, muitas pessoas começam a focar só no aumento do lucro a qualquer custo, deixando pra trás tudo que fez a empresa ser especial.

Se você está pensando em expandir seu negócio, fale com as pessoas sobre o plano. Inclua todos, desde o motorista de caminhão até os diretores e peça suas opiniões.
Se for possível, o melhor é avaliar em conjunto os detalhes da expansão, levando em conta os desafios enfrentados pelos funcionários e incorporando as melhorias que eles gostariam de fazer.
Aprenda a delegar tarefas
Se afastar um pouco permite ao empreendedor tem uma visão geral sobre a empresa, a mergulhar quando existem problemas maiores ou ajudar a fechar novos negócios.

Quando seu time está estabelecido e a fase de lançamento já passou, faça um teste e veja como fica o desempenho da empresa sem a sua ajuda. Esse pode ser um excelente exercício que irá te mostrar onde os problemas estão e o mais importante, o quanto você aprendeu a delegar.
Por isso, faça questão de contratar ótimas pessoas e dê um jeito de mantê-las no seu time no longo prazo.
Como identificar bons investidores
No momento de avaliar uma parceria desse tipo, não foque apenas no dinheiro.
Se pergunte: essa pessoa irá nos dar o espaço e tempo necessário para criarmos uma empresa bacana?
Saiba que um investidor ditador pode atrapalhar o entusiasmo da nova empresa, apagando a faísca que te fez iniciar o projeto. Muito provavelmente é essa faísca que vai fazer a sua empresa diferente dos seus concorrentes.
Acompanhe o dia-a-dia das pessoas
Reserve um tempinho para descobrir o que a equipe está fazendo no dia-a-dia. Invista pelo menos algumas horas para observar a operação e se possível, consiga uma mesa, pegue o telefone e dê uma mão. Depois, pergunte a si mesmo: como estão as condições de trabalho das pessoas? Elas parecem empolgadas e criativas?
Depois, pergunte para as pessoas: você tem os recursos necessários? Se pudesse, quais problemas você resolveria? Quais ideias suas que o seu chefe levou para frente?
Mostre para a equipe que eles têm todo o apoio para falar com você sobre novas ideias ou problemas. Dê um gás mostrando que mudanças são possíveis e que a iniciativa é valorizada.
Apenas se lembre que nem sempre você vai ouvir notícias boas.

GUIA DE ORIENTAÇÃO AO CIDADÃO PARA EVITAR A INADIMPLÊNCIA

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Primeiros passos para não cair na armadilha da inadimplência

PRIMEIRO PASSO - Conscientizar-se que o dinheiro não é elástico, por isso é importante saber o que é imprescindível e guardar uma parte. Nós somos os responsáveis pelo nosso futuro;

SEGUNDO PASSO - Reúna a família. Faça um levantamento de todos os gastos, inclusive com o cafezinho. O casal deve sempre decidir em conjunto onde cortar gastos, quanto guardar e onde por o dinheiro;

TERCEIRO PASSO - Traçar objetivos: metas de curto, médio e longo prazos;

QUARTO PASSO - Abandonar a onda de consumismo (saia de casa com apenas uma folha de cheque na carteira e adquira o hábito de sair de casa com o dinheiro contado);

QUINTO PASSO: - 

    Comece a economizar nas pequenas coisas (dar valor ao dinheiro que ganha com muito suor):

     Utilizar racionalmente o telefone celular;

     Trazer o sanduíche de casa;

     Comprar um aditivo para o carro e abastecê-lo com gasolina comum;


   Habituar-se a apagar a luz toda vez que sair de um recinto e usar lâmpadas menos potentes em certos ambientes;

     Fechar bem a torneira para que ela não fique pingando;

 Diminuir a chama do fogão quando os alimentos começarem a ferver;

 No verão, colocar o chuveiro elétrico na posição "Verão"; 

 Pesquisar preços antes de comprar qualquer produto. Não ter vergonha de sair da loja e comprar no vizinho que é mais barato; 

 Ficar atento aos preços das tarifas públicas, como água e luz, que têm sofrido reajustes elevados;

SEXTO PASSO: - Não avançar no limite do cheque especial – já que as taxas de juros são elevadas. É bom não esquecer que esse limite não é um salário a mais. Tentar diminuir gradativamente o endividamento e só comprar à vista;

     Cheque pré-datado: ao utilizá-lo, faça constar do pedido ou da nota fiscal os números dos cheques pré-datados e as datas previstas para os descontos; 

   Os valores deverão fazer parte do orçamento do consumidor;

SÉTIMO PASSO - Não parcelar as compras no cartão de crédito, para não arcar com juros de cerca de 8% e 9% ao mês, respectivamente, ou taxas de 152% a 181% ao ano. Cartão de crédito: o controle das despesas realizadas com cartão exige cuidados. O consumidor deve verificar a conveniência de ter mais de um cartão (alguns consultores são contra ter mais de um), não se esquecendo de incluir, nas despesas, as anuidades. Convém o pagamento integral da fatura. Os juros cobrados no parcelamento são elevados;

OITAVO PASSO - Cortar supérfluos;

NONO PASSO - Elaborar um orçamento doméstico;

DÉCIMO PASSO - Fazer uma pequena reserva no fim do mês, que irá se multiplicar nos meses seguintes, se você tomar gosto pelo hábito da poupança. Um cofrinho em casa é um começo. Tenha sempre como reserva o valor equivalente ao de um salário na conta corrente. Poupar vai aumentar sua auto-estima;

Não há fórmula mágica para melhorar de vida. As pessoas de baixa renda devem buscar serviços extras, aproveitando seu tempo livre ao máximo.

Vejam os outros blogs da Manre:-

http:\\www.manrebrasil.com.br



OS PECADOS QUE DEVEM SER EVITADOS PELOS EMPREENDEDORES

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  1º Pecado - Escolher um negócio incompatível;
  2º Pecado - Estabelecer expectativas não realistas para o próprio negócio;
  3º Pecado - Confiar em um plano inadequado para o seu negócio;
  4º Pecado - Perder o seu mercado alvo;
  5º Pecado - Fazer propaganda cara e ineficiente, bem como utilizar técnicas inadequadas de vendas;
  6º Pecado - Obter financiamentos inadequados para o empreendimento;
  7º Pecado - Gerenciar de forma caótica e inadequada;
  8º Pecado - Deixar que o contador administre seus negócios;
  9º Pecado - Expandir o seu negócio por motivos errados;
10º Pecado - Acreditar que você vai trabalhar para sempre.


Após análise de cada pecado você deverá refletir e nos próximos dias, cada item será relatado de forma detalhada, para que sejam evitados futuros problemas na sua organização.


Não deixem de ler os outros blogs da MANRE CONTABILIDADE, não esqueçam:


http://www.manrebrasil.com.br

ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO DE EMPRESAS

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Dentro de uma organização, deve haver um fator chamado hierarquia.

Ela é que vai disciplinar os atos entre pessoas.

Quando definimos um cargo para uma pessoa, estamos definindo quais os seus limites dentro da organização.

Alguns não entendem esta hierarquia e colocam a estrutura da empresa em risco.

Quando damos certos poderes para os gerentes de setores e retiramos estes poderes de forma repentina e brusca, estamos criando um paradigma, insatisfação, clima desconfortável,etc

Cada empresa deve criar seu modelo próprio de gestão, onde se administra   todos   os   recursos de forma
profissional e direcionada a toda conjuntura em que a empresa está inserida, observando suas particularidades e efeitos estratégicos no mercado.

Nenhuma empresa é igual a outra e modelos iguais não podem ser aplicados em empresas diferentes, por isso, recomendamos sempre estudos e avaliações individuais para se criar meios especiais de se administrar e de aplicar a contabilidade gerencial a cada empreendimento.

Até mesmo com empresas do mesmo dono, ou do mesmo grupo, estudos especiais deve definir o melhor modelo de gestão para cada uma delas.

Os controles internos de uma empresa devem ser criteriosamente organizados para otimizar todos os trabalhos desenvolvidos internamente.

Não é recomendado se criar modelos individuais de controles, segregando-os pelos departamentos da empresa, pois os departamentos devem ter facilidade de se comunicar em si, ou seja, as informações devem ser passadas de forma natural, objetivas e ao mesmo tempo completas.

Todos os controles devem ser criados visando racionalizar as atividades desenvolvidas em cada setor ou departamento, economizando tempo e evitando trabalhos em duplicidade.

A principal finalidade é criar caminhos que facilite todo o processo, tornando a administração muito eficiente  e sendo uma ferramenta de gestão dentro da empresa.

Quando uma empresa não possui controles adequados pode vir a perder mercadorias, peças, dinheiro e até clientes em função de problemas gerados pelo descontrole e desorganização.

É importante sempre manter controles eficazes pois os prejuízos sem eles certamente são bem mais acentuados do que os dispêndios necessários para cria-los e mantê-los.

CONHECENDO AS NECESSIDADES DO CLIENTE

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Para manter clientes fiéis e duradores você deverá estar atento como estão sendo servidos  e investir para que possam ter uma satisfação completa.

Então como saber se estão sendo mal servidos:

  • Seus empregados estão desmotivados, insatisfeitos ou tiveram um dia ruim;
  • Os empregados não são treinados ou não tem autoridade suficiente para resolver os problemas dos clientes ou fornecer serviços de qualidade;
  • O chefe os trata mal ou de alguma forma os desvaloriza;
  • Você e os outros gerentes passam a ideia de que os clientes são ¨umas pestes¨
  • Você toma decisões e estabelece sistemas sem considerar o impacto sobre os clientes.
Então quais perguntas devemos fazer para nos orientarmos e buscarmos respostas para ampliarmos nossos negócios ou nossa empresa?

O que o cliente ou as pessoas  amariam?
Se eu dirigisse uma empresa concorrente, como superaria a nossa?
Que ponto franco eu atacaria?
O que faria para essa nova empresa se distinguir e conquistar clientes?
Como eu superaria minha própria empresa?
Se você, estivesse começando do zero, o que faria de modo diferente?

Eu sei que a maioria das pessoas gostariam de ter uma fórmula pronta para o sucesso empresarial, mais não é bem assim são muitas tentativas, muitos erros, muitos acertos, sabemos que devemos investir em pessoas, tecnologia, marketing, qualidade, etc. Devemos nos perguntar, analisar, desenvolver novos planos, debater, perguntar, pesquisar, mais quando saber o que vem primeiro, o que fazer em determinado momento, qual a hora de agirmos.

A única fórmula é planejar é testar todas as opções como um cientista que não sossega até encontrar o que deseja e da mesma forma o gestor não pode sossegar até colocar sua empresa no topo.